PITTY E ZULU, os mais antigos do CCZ de SP, FORAM ADOTADOS! 

A Lei Feliciano, nº 12.916 de 2008, do deputado estadual Feliciano Filho (PRP-SP), pôs fim à temida “carrocinha” e permitiu que Pitty e Zulu tivessem uma segunda chance. Ambos foram adotados recentemente!! 

Pitty chegou ao CCZ com seus filhotes em 2008. Os cachorrinhos foram adotados, mas ela não. É meiga, carinhosa e apesar do abandono que sofreu continuou gostando muito dos seres humanos. Adora carinho e longos passeios. O simpático Zulu estava no CCZ desde 2009. Adora tomar sol e ficar deitado na grama.

Onze anos atrás cães e gatos eram capturados nas ruas e mortos em câmaras de gás, por injeção letal, com choque elétrico ou a pauladas em todo o Brasil. Além dos animais, toda a população sofria com esse festival de crueldade que abreviava a vida de milhares de animais saudáveis.

Mas em SP esse martírio acabou no dia 17 de abril de 2008 com a Lei Feliciano. Desde então, em todo o estado de SP, passou a ser proibida a matança indiscriminada de cães e gatos pelos órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e congêneres.

A Lei Feliciano é um dos maiores avanços da proteção animal e, inclusive, está de acordo com o que é preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ou seja, que a castração de animais de rua é a melhor forma de controle populacional. Já foi reproduzida em outros 20 Estados tornando-se uma tendência, inclusive, mundial. Esse ano, por exemplo, lei semelhante entra também em vigor em Portugal proibindo matança de animais de rua em todo o país.

“Antes da minha lei, os animais eram mortos em três dias. Só o CCZ de São Paulo matava, em média, de 80 a 90 cães e gatos por dia – não há estatísticas para outras cidades do interior, mas milhares de animais eram mortos todos os anos. Quando olho para trás, vejo o quanto valeu a pena enfrentar a tudo e a todos para conseguir sancionar esta lei que virou referência nacional. Não existe nada no mundo que recompense mais do que ver que esses animais, ao invés de sacrificados, hoje estão vivos e em busca de um novo lar“, comenta o deputado.

A Lei Feliciano também instituiu proteção ao “Cão Comunitário” lembrando que “animal comunitário” é aquele que estabelece com a comunidade laços de dependência e manutenção, embora não possua responsável único e definido, e, desde 2008, só pode ser recolhido para esterilização e registro, devendo ser devolvido ao local de origem.

Confira a Lei Feliciano Filho em vigor desde 2008 em todo o Estado http://felicianofilho.com.br/leis/lei-no-12-916-de-16042008-lei-feliciano-dispoe-sobre-o-controle-da-reproducao-de-caes-e-gatos-e-da-providencias-correlatas/



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