Feliciano volta à Câmara de Vereadores de São Paulo para discutir o atual problema do CCZ da capital

Feliciano volta à Câmara de Vereadores de São Paulo para discutir o atual problema do CCZ da capital

Dando continuidade a reunião realizada em 08 de Abril de 2009 na Comissão de Estudos da Câmara dos Vereadores de São Paulo para tratar de assuntos inerentes ao Centro de Controle de Zoonoses , o Deputado Estadual Feliciano Filho esteve no dia 22 de Abril presente no plenário, acompanhado do presidente da comissão Vereador Roberto Trípoli.

O atual gerente do CCZ de São Paulo, Marco Antonio Vigilato, repetiu o feito da reunião anterior e não compareceu, e desta vez diretora da Coordenadoria de Vigilância Sanitária (COVISA), Inês Romano também não esteve presente. Fato que causou indignação a todos os presentes, já que o assunto dizia respeito exatamente aos dois órgãos.

“Quem não deve não teme, eles não estão presentes por motivos óbvios.” disse Feliciano,

No decorrer dos trabalhos a Dra. Rita Garcia, coordenadora do o Programa de Proteção e Bem-Estar de Cães e Gatos em São Paulo apresentou o projeto que, de forma simplificada, é a junção de todos os projetos apresentados pelos protetores de animais desde Abril de 2008 e vetados pelo atual gerente.

Algumas das propostas do são:

– Vacinar animais apreendidos logo na entrada e desta forma inibir a proliferação de doenças.
– Aumentar o espaço físico dos canis.
– Aumentar o contato humano entre os cães e seres humanos, utilizando para isso voluntários capacitados para passear com eles.
– Reabilitar os animais considerados “mordedores” ou de “raças perigosas” com a ajuda de cinotecnicos voluntários.
– Realizar cursos de capacitação para os funcionários.
– Aumentar o número de castrações na cidade de São Paulo.

Dra. Rita Garcia divulgou índices que constatam que castrando 70% da população canina, resolve-se o problema de procriação, porém quando questionada se a intenção do programa é de castrar esta quantidade de animais, e de que forma o faria, não respondeu.

Perguntas referentes à sua autonomia em realização ao trabalho a ser executado, bem como a verba para o programa, também não foram respondidas.

Protetores independentes e ONGs também tiveram a oportunidade de falar, e assuntos como a necessidade da realização de feiras de adoção constantes, divulgação dos animais em sites de adoção, necessidade de atenção especial e urgente aos pitbulls confinados no órgão, programas de conscientização também foram debatidos.

Ao término da reunião representantes de ONGs e protetores independentes foram convidados a participar de uma reunião no dia 24 de Abril, na sede da COVISA, para discutirem a implementação dos programas.



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