Feliciano debate proteção animal em Jacareí

Feliciano debate proteção animal em Jacareí

Criar mecanismos para aprimorar a eficiência da atuação dos protetores de animais em Jacareí. Este foi o objetivo da reunião realizada na quinta-feira, 19 de novembro, na Câmara Municipal. Para debater o tema, o evento contou com a participação especial do deputado estadual Feliciano Filho, autor da Lei 12.916, de 16 de abril de 2008, que proíbe a matança indiscriminada de animais nos Centros de Controle de Zoonoses (CCZs) do Estado de São Paulo.

No evento, Feliciano esteve reunido com protetores da causa animal do município, bem como representantes do CCZ local. Em resposta à preocupação primordial dos participantes, referente ao abandono de animais nas ruas, o deputado foi enfático: “Menos de 30% dos animais que habitam as ruas são abandonados. Cerca de 70% foram perdidos”. A partir destes dados, Feliciano defendeu a prioridade de medidas como a castração por saturação para fins de controle populacional. Para solucionar o problema dos animais perdidos nas ruas, o parlamentar propõe a identificação sistemática e visual. “Os animais devidamente castrados não se multiplicam nas ruas. Já a identificação massificada devolverá ao lar um número considerável de animais perdidos”, argumentou.

Além do controle populacional de animais, Feliciano debateu as condições de saúde nas unidades do CCZ no Estado. “A Lei contribuiu para a redução do número de animais nos CCZs, já que defende a permanência de cães sadios nas ruas. Reconheceu-se a existência do cão comunitário, ou seja, o animal saudável que habita as ruas sem representar perigo à sociedade. Os CCZs devem realizar o recolhimento seletivo de animais, retirando apenas aqueles que sejam vítimas de maus tratos, acidentes, doenças transmissíveis ou cães mordedores”, explicou. Por fim, o deputado lembrou que a Lei determina ainda a realização de feiras de adoção dos animais. “Fica o Poder Público responsável pela reabilitação dos animais resgatados, seja por meio de parcerias com entidades de proteção e clínicas veterinárias e, posteriormente, pelo incentivo a adoção”, concluiu.



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