banner site novo
banner site novo
banner 04 editado
banner 04 editado
banner 04 editado
banner 01 editado
banner 01 editado
banner 01 editado
DEPA
DEPA
DEPA

publicado em 1 de outubro de 2017

Você sabe como cosméticos são testados em animais?

No Estado de São Paulo, graças à Lei Antitestes, de autoria do deputado Feliciano Filho, empresas são proibidas de realizar testes de cosméticos em animais. A multa é de R$ 1 milhão e 250 mil reais por cada cobaia e a lei também prevê outras punições, tais como suspensão do alvará de funcionamento e multa de cerca de R$ 50 mil ao profissional envolvido.

A maioria dos cosméticos têm componentes químicos que podem causar dor ou irritação na pele ou em mucosas como olhos e boca. Coelhos são as cobaias preferidas para medir os efeitos químicos da aplicação de cosméticos por serem mais fáceis de manusear e terem olhos grandes, o que permite a visualização das reações causadas pela substância. O fato de a biologia e a estrutura dos olhos do coelho serem totalmente diferente da nossa não impede as crueldades que leremos a seguir.

Os animais são imobilizados e usam suportes no pescoço para evitar que se mutilem arrancando os próprios olhos para escapar da dor. Clipes de metal são usados nas pálpebras para manter os olhos da cobaia sempre abertos, o que ajuda na observação dos efeitos da droga que está sendo avaliada. O estudo costuma ser feito sem anestesia (para não influenciar o resultado) e, como reação à substância testada, podem ocorrer inflamações, úlceras oculares e hemorragia. Para diminuir custos, às vezes os dois olhos de um mesmo animal são utilizados, em vez de dois animais. Em casos extremos, o coelho pode ficar cego. E, no final, é sacrificado para análise dos efeitos das substâncias em seu organismo.

É preciso que essa prática seja vetada em todo o país. “Métodos alternativos sem animais representam a técnica mais recente que a ciência tem a oferecer, tendo sido cuidadosamente avaliados por cientistas e autoridades públicas para confirmar que os resultados podem prever os efeitos em humanos de maneira confiável,” explica Feliciano Filho. “Já os animais em laboratório podem responder de maneira muito diferente quando expostos aos mesmos produtos químicos.” Somente aos testes em olhos de coelhos, existem mais de 60 métodos alternativos, sem crueldade.

Depois da aprovação da Lei Antitestes em SP, em 2014, outros estados já aprovaram a mesma lei, como Mato Grosso do Sul, Paraná e o Pará. “Que muitos estados sigam este exemplo e parem de torturar animais em nome de uma suposta necessidade”, afirmou o deputado.

Conheça a Lei Antitestes na íntegra aqui: http://felicianofilho.com.br/leis/lei-no-15-316-de-23012014-proibe-a-utilizacao-de-animais-para-desenvolvimento-experimento-e-teste-de-produtos-cosmeticos-e-de-higiene-pessoal-perfumes-e-seus-componentes-e-da-outras-providencia/

Nome Completo (obrigatório)

Seu e-mail (obrigatório)

Seu Depoimento