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publicado em 11 de outubro de 2017

PROJETO DE FELICIANO FILHO QUE INSTALA CÂMERAS NOS ABATEDOUROS É APROVADO NA FRANÇA E NA INGLATERRA

Escândalos recentes de maus-tratos levaram dois países da Europa a adotar a instalação de câmeras de vigilância em abatedouros – iniciativa semelhante ao do PL 35/2016, apresentado em SP pelo deputado Feliciano Filho.

Na França, uma entidade de proteção animal fez vídeos por conta própria em um frigorífico e flagrou os maus-tratos, levando a uma discussão que fez o Parlamento francês aprovar a instalação de câmeras a partir de 1 de janeiro de 2018. Na Inglaterra, a iniciativa foi do próprio governo, também motivado por denúncias de maus-tratos e apoiado por entidades de proteção animal, conselhos de veterinária, órgãos fiscalizadores e cadeias de supermercados.

“De um lado, indivíduos denunciam que animais são mortos de forma absolutamente cruel, tendo o processo de insensibilização total muitas vezes ignorado. Por outro lado, os responsáveis pelos abatedouros dizem que não há maus-tratos,” explica Feliciano Filho. “Só há uma forma de tirar essa dúvida: obrigar os abatedouros de animais a instalar câmeras em toda a linha de produção, desde o recinto onde os animais aguardam para serem abatidos, passando pelos corredores que levam os animais para o abate e o ponto exato onde ocorre a insensibilização, até o golpe fatal, a retirada de sangue e a separação das partes, ou seja, mostrando realmente todas as fases do abate. Assim, as entidades de proteção animal, a Polícia, o Ministério Público, o Conselho Regional de Medicina Veterinária e a sociedade como um todo poderão fiscalizar em tempo real os animais sendo abatidos.”

“Estas decisões mostram que os países mais desenvolvidos estão chegando ao consenso de que a vigilância é a única forma efetiva de fiscalizar o abate em grande escala, garantindo não só o cumprimento dos devidos protocolos sanitários, mas também um mínimo sofrimento possível aos animais,“ conclui o deputado.

Desde que Feliciano apresentou seu PL das Câmeras nos Abatedouros, o projeto já foi reproduzido em outros estados brasileiros, como o Rio Grande do Sul e a Bahia. O primeiro lugar a tornar obrigatório o monitoramento em todos os abatedouros foi Israel, motivado pela repercussão de um caso de maus-tratos em 2015.

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