banner site novo
banner site novo
banner 04 editado
banner 04 editado
banner 04 editado
banner 01 editado
banner 01 editado
banner 01 editado
banner 03 editado
banner 03 editado
banner 03 editado

publicado em 11 de julho de 2017

ONGs entram na campanha por PL de Feliciano Filho

Projeto de autoria do deputado estadual Feliciano Filho (PSC), aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, proíbe o uso de cobaias em sala de aula, mantendo apenas as atividades de observação, exames e tratamento de animais já feridos ou doentes.

A ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais, primeiro portal do gênero em todo o mundo, com mais de 1,5 milhão de acessos por mês e ganhador de vários prêmios internacionais por seu jornalismo ativista, aderiu à campanha pela sanção, por parte do governador Geraldo Alckmin, da Lei 706/2012, chamada “Anticobaias”, aprovada pela Assembleia Legislativa.

Assim como a ANDA, outras entidades, protetores e simpatizantes aderiram à campanha, que visa libertar milhares de animais do sofrimento ao qual são submetidos em sala de aula. É o caso da ONG Cão Sem Dono, que tem feito um trabalho sério com animais de rua e que resgatou sete cães usados como cobaias em uma universidade mineira. O Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos, a FAOS, a VEDDAS e as ONGs Apasfa, Bendita Adoção, a Holocausto Animal, a Direct Action Everywhere Brasil e Ração do Coração (do cãozinho Cabo Pitoco) também já anunciaram seu apoio ao projeto de lei.

O projeto não afeta as pesquisas científicas, mas proíbe que cães, gatos, coelhos, ratos, sapos, porcos e uma infinidade de animais continuem sendo torturados nas escolas e universidades.

De acordo com o deputado Feliciano Filho, autor do PL 706/2012, “diversos estudos comprovam que alunos que utilizam processos substitutivos desenvolvem um aprendizado mais efetivo, tornando-se profissionais até mais qualificados do que aqueles que fazem uso de animais”.

Além disso, estudos comprovam que o estresse provocado nos alunos durante os procedimentos com animais vivos pode prejudicar sua capacidade de aprendizagem, pondera o parlamentar. “A utilização de animais vivos tem o potencial de dessensibilizar o estudante, podendo fazê-lo perder o senso de reverência e respeito à vida. A utilização de métodos substitutivos condiz com a formação de profissionais mais sensíveis e humanitários”, afirma o o parlamentar.

O projeto está em avaliação para sanção ou veto do governador Geraldo Alckmin. As entidades e pessoas físicas que se sensibilizem e queiram obter mais informações podem entrar em contato no telefone: (11) 3886-6534.

Conheça o Projeto de Lei 706 na íntegra: http://goo.gl/VnDup5

Nome Completo (obrigatório)

Seu e-mail (obrigatório)

Seu Depoimento