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publicado em 9 de novembro de 2017

“Não mate o melhor amigo do homem para treinar médicos”

Em 2016 o Centro Médico Morristown, de Nova Jersey (EUA), deixou de usar animais vivos em seu programa de residência médica depois que um grupo de médicos publicou anúncios em duas estações de trem e um outdoor perto do Aeroporto Internacional Newark Liberty, com dizeres voltados para o uso de cães vivos em procedimentos de treinamento invasivo que a instituição mantinha desde sua fundação.

Os avisos mostravam a imagem de um cachorro com os dizeres: “Morristown Medical Center: Não mate o melhor amigo do homem para treinar médicos.”

A porta-voz do Centro Médico de Morristown, Elaine Andrecovich, disse que o hospital revisou as práticas e substituições atuais para o uso de cobaias e chegou-se à conclusão que não é mais essencial a utilização de animais para o treinamento de médicos de emergência. Em nota divulgada à imprensa, na época, ela disse que o centro médico decidiu usar simuladores ou cadáveres para treinamento especializado e anual.

Os mesmos anúncios motivaram outros centros médicos a abolirem o uso de animais em treinamentos. Vale lembrar que todas as universidades médicas dos EUA e Canadá (202 no total) já não utilizam mais animais no ensino. E as faculdades de veterinária estão fechando parcerias com abrigos de animais para que os treinamentos sejam feitos em pacientes reais e, ao mesmo tempo, éticos, salvando vidas.

No Brasil, o PL 706/2012, de autoria do Deputado Feliciano Filho, restringe a utilização de animais no ensino e chegou a ser aprovado – mas foi vetado pelo governador. O deputado Feliciano está trabalhando muito para conseguir a derrubada do veto.

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