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publicado em 29 de setembro de 2017

Lei Feliciano transforma canis em todo o estado

Há dez anos, canis de todo o estado de SP recolhiam animais e os matavam. Até 2007, só o CCZ de São Paulo matava, em média, de 80 a 90 cães e gatos por dia – não há estatísticas para outras cidades do interior, mas milhares e milhares de animais eram mortos todos os anos.

Em 2008, a Lei Feliciano entrou em vigor e mudou esse paradigma. A lei 12.916, de autoria do deputado Feliciano Filho, proibiu a matança indiscriminada de cães e gatos em CCZs e canis municipais, além de criar a figura do cão-comunitário e autorizar a instituição de Políticas Públicas para os Animais (como programas de castração, identificação e campanhas de conscientização) pelas prefeituras, em convênio com o governo do Estado.

“Comparado ao que era antes, a situação dos canis hoje é como a diferença entre a noite e o dia,” afirma Feliciano Filho. “Alguns canis municipais e ONGs estão com superlotação por culpa dos prefeitos, que não instituem programa de castração em massa, e do governo do Estado, que também não libera recursos.”

“Para mim, é motivo de muito orgulho quando olho pra trás e vejo o quanto valeu a pena o trabalho duro e enfrentar a tudo e a todos para conseguir aprovar e sancionar esta lei que virou referência nacional, sendo reproduzida em 20 estados. Não existe nada no mundo que recompense mais do que ver que esses animais, ao invés de sacrificados, hoje estão vivos e em busca de um novo lar”.

Conheça a Lei Feliciano na íntegra clicando aqui

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