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publicado em 23 de junho de 2017

Deputados de SP aprovam PL anticobaias de Feliciano Filho

Vitória para os animais na data de 22 de junho!

O PL 706/2012, do deputado estadual Feliciano Filho, foi aprovado no plenário da Alesp – Assembleia Legislativa de São Paulo e agora depende da sanção do governador. Se transformado em lei, o PL 706 poderá promover São Paulo ao status de primeiro Estado do mundo onde ficará proibido o uso de cobaias no ensino.

O teor do PL 706 deixa claro que a utilização de animais vivos fica proibida apenas no ensino e formação profissional, e não no campo da pesquisa científica e pós-graduação onde é maior a resistência ao uso de métodos alternativos. A utilização de animais em atividades de ensino no Estado de SP fica restrita a: estudos observacionais em campo, estudos para fins de diagnóstico e terapia de pacientes reais, cadáveres e material biológico adquiridos eticamente.

Já existem várias universidades de renome investindo em métodos substitutivos como reflexo de uma tendência mundial, no entanto, se aprovado, o PL 706 se tornará na única “Lei AntiCobaias” no ensino – um grande sonho dos protetores de animais, e de estudantes e educadores que desejam o fim do intenso sofrimento (físico e psicológico) ao qual as cobaias são submetidas sem qualquer necessidade. Serão cães, gatos, coelhos, porcos, equinos, sapos, ratos e mais uma infinidade de animais livres desse martírio, pelo menos, em todo o Estado de SP.

“A utilização animal vem sendo cada vez mais questionada no meio acadêmico e pela população em geral, seja por questões éticas ou científicas. Há uma crescente tendência da sociedade em trazer os animais para uma esfera moral, reconhecendo-os como sujeitos de direito. As mais importantes universidades do mundo têm abandonado o uso de animais”, comenta Feliciano Filho.

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“Além da questão ética, a utilização de animais vivos tem o potencial de dessensibilizar o estudante, podendo fazê-lo perder o senso de reverência e respeito à vida. Já a utilização de métodos substitutivos condiz com a formação de profissionais mais sensíveis e humanitários”, afirma Feliciano.

Bonecos sofisticados (com todos os órgãos, articulações e estruturas idênticas à realidade), simuladores em 3D, cadáveres eticamente adquiridos, vídeos e mais uma série de métodos garantem aos estudantes muito mais destreza e segurança em cirurgias, já que com esses modelos (especialmente os bonecos) é possível cada aluno treinar os procedimentos inúmeras vezes.

Do ponto de vista financeiro, é muito mais caro manter animais vivos, pois, dependem de instalações apropriadas, alimentação adequada e tratadores. Além disso, tem o sofrimento tanto das cobaias quanto dos próprios alunos diante da situação angustiante de ver um animal saudável ser morto e, muitas vezes, torturado para uma demonstração que pode ser muito melhor assimilada de outras formas.

Vários médicos relatam que de fato aprenderam a profissão no período de residência médica, junto de pacientes humanos reais e não na sala de aula vendo um cachorro sendo aberto vivo. Estamos no século XXI e é importante deixar o passado para trás. É preciso abandonar métodos antigos de aprendizagem e abraçar os novos, mais eficazes e que libertam animais da terrível vivissecção.

Veja o PL 706 na íntegra aqui.

Ajude a salvar vidas compartilhando as hashtags #LeiAntiCobaias e #SancionaAlckminPL706

Mais do que nunca, os animais precisam da nossa atitude para darmos mais um passo importante rumo a um mundo mais justo e ético.

(fonte: ANDA)

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