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publicado em 2 de outubro de 2017

Deputado Feliciano Filho e o fim da extração de peles

O Deputado Estadual Feliciano Filho aprovou em 2014 a Lei Antipeles (15.566/14), que proíbe a criação, ou manutenção de qualquer animal doméstico, domesticado, nativo, exótico, silvestre ou ornamental com a finalidade de extração de peles no estado de São Paulo. Em abril de 2015, já não havia mais registro de criadores produzindo peles em SP. Em 2016, a mesma lei foi aprovada no Paraná, então segundo maior criador de chinchilas do Brasil. Ainda assim, a criação de chinchilas ainda persiste no RS (maior produtor, responsável por 60% da produção), MG, MS e SC.

Para o deputado, a indústria de extração de peles é uma das práticas mais cruéis do mundo e deveria acabar em todos os estados. “Muitas vezes os animais criados para esta finalidade são mantidos em gaiolas tão pequenas que não permitem sequer sua movimentação adequada. Estes animais têm a sua curta vida submetida a maus tratos pelo confinamento, ficando altamente estressados, com transtornos comportamentais, e muitas vezes recorrem à automutilação e ao canibalismo,” afirmou Feliciano Filho.

A retirada da pele é ainda mais cruel. Embora alguns criadores informem que os fazem dormir com éter, a triste realidade é outra. “Normalmente os animais são pendurados pelo rabo tendo em seguida o pescoço quebrado. Muitos animais agonizam com o pescoço deslocado antes de ter sua pele retirada.”

Essa prática, além de cruel, é uma flagrante violação da Lei de Crimes Ambientais. “Uma sociedade justa não pode permitir que animais paguem com suas vidas pela vaidade humana,” concluiu o deputado.

Veja a Lei Antipeles na íntegra aqui: http://felicianofilho.com.br/leis/lei-no-15-566-de-28102014-dispoe-sobre-a-proibicao-da-criacao-ou-manutencao-de-animais-para-extracao-de-peles-no-estado-e-da-outras-providencias/

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