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publicado em 9 de agosto de 2017

Com apoio da UNESCO, governo premiará alternativas para o uso de animais como cobaias

Com apoio da UNESCO, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) premiará pesquisadores que desenvolvem métodos alternativos para reduzir ou substituir o uso de animais em atividades de ensino e de investigação científica. Iniciativa busca divulgar e impulsionar avanços na área de experimentação animal. Estudantes de pós-graduação e profissionais do setor podem se inscrever até 20 de outubro.

O Prêmio MCTIC de Métodos Alternativos é divido em duas categorias — Produção Acadêmica e Desenvolvimento Tecnológico & Inovação. O primeiro lugar de cada grupo receberá 15 mil reais. Todas as propostas enviadas para concorrer devem estar alinhadas ao princípio dos 3Rs (sigla em inglês que significa Redução, Refinamento ou Substituição) para o desenvolvimento tecnológico e a inovação.

As inscrições devem ser feitas pelo site da Rede Nacional de Métodos Alternativos (RENAMA), onde também estão disponíveis o regulamento e outras informações. Acesse o portal clicando aqui. A premiação tem o apoio institucional do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e é patrocinada pelo Grupo Boticário. Iniciativa também conta com a cooperação da UNESCO.

“A ideia é premiar os expoentes na área e, também, buscar novas abordagens, tecnologias ou metodologias com vistas à incorporação na Renama”, afirma o coordenador-geral de Saúde e Biotecnologia do MCTIC, Luiz Henrique Mourão do Canto Pereira. Segundo o especialista, o modelo brasileiro de atuação em rede tem servido de exemplo para outras nações.

“Apenas como exemplo, a União Europeia, recentemente, seguiu este modelo por meio da estruturação da Rede de Laboratórios da União Europeia para a Validação de Métodos Alternativos. Até então, eles não tinham um grande centro de validação e, a partir da cooperação do Brasil, os europeus conheceram o nosso modelo de operação em rede, acharam por bem fazer o mesmo e o adotaram. Isto mostra o papel de protagonismo do Brasil na área, servindo de inspiração para outros países”, ressalta.

(fonte: UNESCO)

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